Verdade verdadeira? Este blog já morreu mas ainda não percebeu. Mas de quando em vez, como agora, eu o ressuscito e escrevo umas besteiras. Afinal, ninguém irá lê-las mesmo.
Este seria o momento ideal para iniciar aquele tradicional post em que emito opiniões rasas sobre os discos que adquiri ultimamente. O problema é que entrei numa fase (bastante longa, por sinal) de completo desinteresse musical. De acordo com as estatísticas que tenho em mãos, este ano cometi a extravagância de comprar exatos 4 cds. Sendo que apenas um é digno de nota: O álbum de estréia do House of Love, cujo preço ficou um pouco acima do padrão por mim estabelecido (sou um tanto avarento), mas ainda assim valeu a pena. Junto com os Smiths, o HOL é a única banda dos anos 80 cujos discos eu ainda tenho prazer em ouvir com frequência, sinto que o som não ficou datado. Do Cure, meu grupo favorito na distante adolescência, só o Seventeen Seconds ainda tem alta rotação (e não tenho o menor interesse em ouvir o novo deles). O mesmo vale para o Darklands, do Jesus & Mary Chain. De Echo, Siouxsie e outros menos votados é melhor nem falar.
Este seria o momento ideal para iniciar aquele tradicional post em que emito opiniões rasas sobre os discos que adquiri ultimamente. O problema é que entrei numa fase (bastante longa, por sinal) de completo desinteresse musical. De acordo com as estatísticas que tenho em mãos, este ano cometi a extravagância de comprar exatos 4 cds. Sendo que apenas um é digno de nota: O álbum de estréia do House of Love, cujo preço ficou um pouco acima do padrão por mim estabelecido (sou um tanto avarento), mas ainda assim valeu a pena. Junto com os Smiths, o HOL é a única banda dos anos 80 cujos discos eu ainda tenho prazer em ouvir com frequência, sinto que o som não ficou datado. Do Cure, meu grupo favorito na distante adolescência, só o Seventeen Seconds ainda tem alta rotação (e não tenho o menor interesse em ouvir o novo deles). O mesmo vale para o Darklands, do Jesus & Mary Chain. De Echo, Siouxsie e outros menos votados é melhor nem falar.